• Carla Kirilos

VAMOS FALAR DE PESSOAS?


Ah! Hoje acordei inspirada. E, imaginando o que escrever para publicar no Blog Bendita Existência neste mês de outubro. Busquei inspiração em duas leituras distintas que fiz recentemente. Uma foi no livro de Hebreus, na Bíblia, e destaco o seguinte versículo: “Pensemos uns nos outros a fim de ajudarmos todos a terem mais amor e a fazerem o bem.” ( Hebreus 10:24). E a outra foi no livro “Mulher de Influência”, da autora Pam Farrel, onde duas perguntas bateram forte ao meu coração: “Nessa sua vida agitada, você está disposta a trabalhar por uma causa?” "Você se sente empenhada a fazer a diferença?"


Normalmente, gosto da inquietação que experimento quando sou confrontada a refletir fora da minha zona de conforto. E foi assim que me senti diante das leituras destacadas acima. E, pensando e pensando sobre os textos, uma luz brilhou, e resolvi: —Vou escrever sobre gente, sobre pessoas. Existe, por acaso, algo mais espetacular e valioso do que gente? Sinceramente, acredito que não.


Eu vivo de pessoas! Pessoas, para mim, são uma causa. Elas são investimento e não custo. Como assim? Fácil explicar, porque, além das minhas atividades como docente de cursos de pós-graduação, sou, também, mentora na área de Gestão de Carreiras e Inteligência Espiritual. Ou seja, gente é o meu propósito. Fazer a diferença na vida delas é o que me move.


Gosto de conviver e me relacionar com pessoas do jeitinho que elas são. Sem máscaras (atualmente fica complicado falar isso não é?), mas aqui, no sentindo de autenticidade, da pessoa poder se revelar com toda a dimensão da sua essência, sem precisar de estereótipos. Gosto de gente que ri, que chora, que se alegra, que se entristece, que fica brava, mas que também apazígua. Gente como a gente! Cada uma com a sua história, com suas crenças (algumas limitantes, outras impulsionadoras), com suas certezas e incertezas. No entanto, o que realmente procuro ver em cada pessoa é o quão incrível e talentosa ela é, mesmo quando nem ela própria sabe do seu potencial ou dom e, uma das minhas maiores alegrias é quando consigo abrir trilhas para estimular as pessoas a se descobrirem, ou se redescobrirem nas suas dimensões corpo, alma e espírito. Cada uma no seu tempo. Vivenciando todas as etapas de uma jornada de autoaprendizagem e autoconhecimento.


Confesso que, em certas ocasiões, fico com a sensação de que a responsabilidade é grande demais. Às vezes, pareço estar carregando o mundo nas costas, mas não posso ser insensível às pessoas ao meu redor, que chegam a mim de formas variadas e com vivências diversas. Que, muitas vezes, buscam respostas sem nem saber quais são as perguntas.


Mas, quer saber? Tudo vale! Acredito que este meu propósito é semelhante a um bumerangue. Quanto mais eu colocar amor e interesse verdadeiro no meu trato com as pessoas, mas receberei de volta. Afinal, é na troca que nos enriquecemos mutuamente. É dando que se recebe. E assim, prossigo para o alvo, dando valor verdadeiro às pessoas, sendo luz e colaborando para que elas tenham caminhos iluminados nesta estrada que é a vida.




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