• Aruane Amorim

A ARTE DA ESCRITA EM MIM


Quando me vi, não toda, e sim parte, redescobri a arte e com ela, a arte de escrever.


Vou preenchendo com palavras o caminhar até mim.


Enxergar-me dividida, no real do corpo, na forma expressada da ansiedade (tremor das pernas, fala acelerada, pensamentos descontinuados...), ou da angústia (garganta seca, coração apertado, não conseguir dar nome a dor), causou em mim coragem para abrir os olhos e a boca. Deixar sair o que mais escondido estava.


Fácil não foi. Fácil não é. Mas, é possível permitir-me estar no meio do Tudo ou Nada, percebendo que posso permear essa linha tênue entre os opostos.


Eu

E aqui dentro onde faço morada

Vivo alegrias e tristezas nesta estrada

Não importa o quão difícil seja esperar

Mas, é importante entender que algo

Sempre vai faltar

Vou aqui caminhando, esperando

Mas, acima de tudo: Vivendo













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